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As aranhas são aracnídeas muito abundantes, totalizando cerca de trinta mil espécies. Elas representam um importante papel no equilíbrio da natureza, alimentando-se de insetos. 
 
São, portanto, animais predadores e suas glândulas de veneno, estas na maioria das vezes são fatais ao homem. Sua reprodução é sexuada. Geralmente são encontradas dentro e ao redor de prédios, próximos as áreas ajardinadas ou em forros. 
 
A maioria constrói teias que servem como meio de locomoção, captura de alimento e local de ovo posição. 

As baratas são os mais antigos seres vivos do planeta. Conhecidas há mais de 300 milhões de anos permanecem semanas e semanas sem água ou comida. Adaptam-se às mais variadas condições do meio ambiente e transmite ao ser humano doenças como tifo, disenteria, hepatite, alergias e outras, contaminando alimentos com o contato de seu corpo ou através de sua saliva ou excrementos. Das 4.000 espécies existentes, três são as habituais invasoras caseiras: a Blatella Germânica (uma simples fêmea de barata germânica pode, num só ano, ser responsável pela proliferação de milhares de descendentes), Periplaneta Americana, Blatella Orientalis (suas características são semelhante a da Periplaneta Americana).

A MM Dedetizadora usa o GEL INSETICIDA, desenvolvido pelo E.U.A visando o total extermínio de baratas (Blatellas Germânicas) frequentemente encontradas em restaurantes, padarias, cozinhas industriais, hotéis, motéis, hospitais, etc. É um processo totalmente inodoro, não havendo necessidade de se isolar o local, nem proteger alimentos, ou recolher utensílios de cozinha.

Em hospitais, creches, asilos, etc., o serviço será executado sem remoção dos pacientes.

Ao contrário do processo convencional, o gel continua atuante mesmo após as frequentes lavagens de cozinhas e refeitórios, pois é aplicado em locais onde a limpeza convencional não atinge conduítes elétricos, vãos e frestas de azulejos, sob as pias e bancadas, atrás de gavetas, atrás de guarnições de portas, em vitrines de doces e saladas, etc.

As Blattelas Germânicas (também conhecidas como Paulistinhas) já adquiriram resistência orgânica a todos os inseticidas aqui existentes, obrigando-nos a trazer este novo (Hidrametilnona), considerada a molécula inseticida mais moderna e eficaz no combate às baratinhas, sendo também o mais seguro método de controle em áreas de alto risco (hospitais restaurantes, cozinhas industriais, refeitórios, aeronaves, etc.). Nos próximos dias, quem permitir que seu estabelecimento sofra “pulverizações”, estará desatualizado e correndo risco de contaminação nos locais tratados.

Vai interferir em todo o ciclo metamórfico das baratas, pois além de exterminar as ninfas e adultas em poucos dias, continuará agindo quando os ovos eclodirem, eliminando a nova geração, antes que elas atinjam a idade de reprodução.

Este novo produto também age pelo efeito “dominó”, ou seja, uma barata que morrer ingerindo a isca, irá eliminar mais 40 indiretamente, pois sendo onívoras (comem toda substância orgânica em decomposição), irão se alimentar de fezes e de cadáveres das outras baratas, ingerindo dessa forma uma dose letal do princípio ativo.

Para complementar o serviço pulverizaremos com inseticidas específicos todos os ralos, galerias de esgotos, bueiros, caixas de gorduras, etc., a fim de eliminarmos as baratas grandes (de esgotos). Este processo já é usado há quase 5 anos e foi o único, por exemplo, aprovado por grandes redes de “Fast Food” nos EUA, tais como Mac Donald’s, Jack ind the Box, bem como redes Holiday in de Hotéis Best Western, companhias de aviação como Unided Airlines e principais Hospitais. Um serviço de primeiro mundo.

O caramujo africano, Achatina fulica, é um molusco oriundo da África. Ele também é chamado de acatina, caracol-africano, caracol-gigante, caracol-gigante-africano, caramujo-gigante, caramujo-gigante-africano ou rainha-da-África.

Esse animal pode pesar 200 gramas, e medir cerca de 10 centímetros de comprimento e 20 de altura. Sua concha é escura, com manchas claras, alongada e cônica. Além disso, sua borda é cortante. Foi introduzido ilegalmente em nosso país na década de 80, no Paraná, com o intuito de substituir o escargot, uma vez que sua massa é maior que a destes animais. Levado para outras regiões do Brasil, tal espécie acabou não sendo bem-aceita entre os consumidores, e também proibida pelo IBAMA, fazendo com que muitos donos de criadouros, displicentemente, liberassem seus representantes na natureza, sem tomar as devidas providências.

Sem predadores naturais, tal fator, aliado à resistência e excelente capacidade de procriação desse animal, permitiram com que esse caramujo se adaptasse bem a diversos ambientes, sendo hoje encontrado em 23 estados. Só para se ter uma ideia, em um único ano, o mesmo indivíduo é capaz de dar origem a aproximadamente 300 crias.

Além de destruírem plantas nativas e cultivadas, alimentando-se vorazmente de qualquer tipo de vegetação, e competir com espécies nativas – inclusive alimentando-se de outros caramujos; tais animais são hospedeiros de duas espécies de vermes capazes de provocar doenças sérias. Felizmente, não foram registrados casos em que essa doença, em nosso país, tenha sido transmitida pelo caramujo-gigante.

Modificações no comportamento humano, seja por razões econômicas ou sociais, estão fazendo ressurgir no ambiente urbano um grupo de organismos quase esquecidos: os carrapatos.
Esses aracnídeos ectoparasitos estão de volta, causando incômodos e óbitos. 
Os carrapatos geralmente necessitam de três hospedeiros para desenvolvimento do ciclo biológico, que se inicia no solo, onde a fêmea realiza a postura. 
Dos ovos eclodem larvas que buscam na vegetação das áreas livres, dos logradouros públicos ou dos jardins domiciliares, um lugar de abrigo até encontrar um hospedeiro, no qual realizam seu primeiro repasto sangüíneo, retornando ao solo para a ocorrência de uma muda, quando alcançam o estágio de ninfa. 
Esta fase é bem prolongada e pode ocorrer em um ano, aguardando a chegada do segundo hospedeiro, no qual se fixam para a realização de uma demorada hematofagia. Finalizada esta etapa, sofrem uma segunda muda, surgindo então, os machos e as fêmeas que rapidamente tornam-se adultos e aptos à reprodução. Transmissores da febre maculosa, os carrapatos inserem-se na lista de pragas urbanas de importância em Saúde Pública, destacando-se a espécie: Amblyomma cajennense
A MM Dedetizadora está preparada para agir no controle de cupins, através do serviço de descupinização  de extrema qualidade  em residências, condomínios, comércios e indústrias em geral, para evitar transtornos causados por estes insetos.
A infestação por cupins é um problema que traz grande preocupação e prejuízos. Ao contrário do que muitos pensam estes animais não destroem somente madeira, mas podem devastar tecidos, plásticos, borracha, couro, revestimentos de cabos elétricos, entre outros materiais, prejudicando assim todo e qualquer lugar em que se instalem.
Os cupins formam colônias que ficam estrategicamente posicionadas no local em que se instalam. Os trabalhos de controle destas pragas exigem extremos cuidados e conhecimento, por isso a MM Dedetizadora tem  conhecimento técnico de alta qualidade, o que faz com que seus colaboradores tenham maior experiência, e obtenha os melhores resultados em suas atividades.
Cercados de mitos, crendices e lendas, os escorpiões são os invertebrados peçonhentos responsáveis pelo maior número de acidentes causados ao homem.
Noturnos e solitários, sobrevivem no ambiente urbano pela disponibilidade de condições de abrigo e pela presença de uma rica fauna de invertebrados rasteiros, preferencialmente, as baratas. Durante o dia escondem-se em locais sombreados e úmidos, sob pedras, troncos de árvores, tijolos, cascas de árvores velhas, em frestas de muros, dormentes de estradas de ferro, lajes de túmulos e outros mais.
O homem, por meio do transporte de cargas em rodovias e ferrovias e o desenvolvimento imobiliário, é responsável pela dispersão dos escorpiões nos grandes centros urbanos.
A principal espécie de importância médica é o Tityus serrulatus, também conhecido como escorpião amarelo e que apresenta uma ampla distribuição geográfica.
Ocorrem praticamente em todos ambientes terrestres, também podendo colonizar ambientes artificiais (aparelhos eletrônicos, edificações, etc.).
Assim, algumas espécies encontram-se associadas ao homem e convivem em suas residências. 
Vivem em colônias, o que favorece a luta pela sobrevivência, pois facilita a busca de alimentos, melhora a oportunidade de defesa, facilita o cuidado da cria e construção de refúgios. As colônias variam de tamanho, podendo ser formadas por algumas dezenas até muitos milhares de indivíduos. 
Em determinadas épocas do ano, que podem variar de espécie para espécie mas, geralmente, na primavera ou no início do verão, ocorre a produção de indivíduos alados (reprodutores).
As formigas atacam e defendem-se mordendo ou picando, por vezes injetando compostos químicos no animal atacado, em especial, o ácido fórmico. 
A dieta das formigas é muito variada, a maioria é onívora, isto é, alimenta-se do que encontra, seja doce, animal ou vegetal. Algumas são carnívoras, enquanto outras se alimentam de seiva, néctar ou fungos.
 

As lacraias (Scolopendra spp.) são animais peçonhentos cujo veneno não é muito perigoso para o Homem. Pertencem à classe Chilopoda. Têm o comportamento típico de levantar a cauda, quando ameaçadas. No entanto, não é na cauda que se encontram os ferrões e sim nos maxilípedes. Algumas espécies de centopéias são inclusive capazes de comer pequenos roedores, anfíbios e até mesmo serpentes. São extremamente ágeis e vivem em ambientes úmidos sob folhas e troncos podres, à procura das presas com que se alimentam.

Possuem hábitos noturnos e alojam-se sob pedras, cascas de árvores, folhas no solo e troncos em decomposição, ou constroem um sistema de galerias, contendo uma câmara onde o animal se esconde. Podem também ser encontradas em hortas, entulhos, vasos, xaxins, sob tijolos, enfim, em qualquer parte da casa que não receba luz solar e seja úmida.

As lacraias ou centopéias, são animais peçonhentos, uma vez que possuem uma glândula inoculadora de veneno e podem produzir acidentes dolorosos. Na maioria dos acidentes, em geral ocorridos na manipulação de objetos onde este animal estava escondido, o quadro clínico não é grave, variando de acordo com o número de picadas, e da sensibilidade ao veneno por parte da vítima.

 
Todos já ouvimos estórias assustadoras sobre morcegos: os morcegos se agarram nos seus cabelos, todos os morcegos têm raiva, os morcegos bebem o seu sangue — só para falar de algumas estórias. Está página foi construída para que você conheça os fatos reais sobre os morcegos.
 
Os morcegos são os únicos mamíferos voadores.
Como os morcegos são capazes de voar, eles foram classificados em uma ordem própria, chamada de quiróptera. Quiróptera é uma palavra de origem grega ( cheiro=mão; Perón=asa). A asa do morcego é muito parecida com a mão humana, porém seus dedos são alongados e existe uma pele que se liga aos dedos, possibilitando ao morcego voar.
 
Quantos tipos de morcegos existem?
Existem cerca de mil espécies de morcegos no mundo, sendo que a maioria se encontra nos trópicos. Um morcego pode ser megaquiróptero ou micro quiróptero. Os megaquirópteros são grandes e vivem em florestas tropicais úmidas, sendo chamados de raposas voadoras porque se parecem com pequenas raposas. Alimentam-se de frutas ou do néctar de flores, e algumas vezes procuram comida durante o dia, e não durante a noite. Os micro quirópteros são morcegos pequenos, como o morcego vermelho, encontrado em todo o mundo; comem principalmente insetos e usam a eco locação, ou radar, para localizar o alimento.
 
Qual é o maior morcego do mundo?
O maior morcego do mundo é, obviamente, um megaquiróptero. Seu nome popular é raposa gigante voadora; é encontrado na Ásia. Pesa mais de 1 quilo e tem cerca de 2 metros de envergadura. Alimenta-se de frutas.
 
Qual é o menor morcego do mundo?
O menor morcego do mundo é o morcego focinho-de-porco, encontrado na Tailândia; pesa cerca de 2 gramas e tem uma envergadura de 15 cm.
 
O que os morcegos comem?
A maioria dos morcegos come insetos. Um morceguinho marrom pode comer mais de 600 insetos do tamanho de um mosquito, em apenas uma hora. Durante uma noite, os morcegos comem o equivalente à metade de seu peso (algo como um homem adulto comer 30 a 40 pizzas grandes!). Pelo mundo afora, os morcegos comem coisas estranhas: alguns comem somente peixes, alguns comem apenas outros morcegos, e alguns, ainda, comem aranhas e escorpiões. Alguns morcegos comem ratos e muitos comem frutas ou bebem néctar.
 
*Apenas um tipo de morcego suga sangue: o morcego "vampiro" ou hematófago. É encontrado apenas na América do Sul, América Central e no sul do México.
 
Os mosquitos se encontram desde as regiões dos trópicos até o ártico. São o único meio conhecido de transmissão de agentes que causam a malária, febre amarela, certos tipos de encefalite, dengue, leishmaniose e filariose. As larvas e as pupas dos mosquitos vivem na água. As diversas espécies adaptaram-se para viver praticamente em todo tipo de água, exceto em correntes de fluxo rápido e em proporções abertas de grandes corpos de água onde existe a ação de ondas. 
  • Doenças causadas pelo inseto
Febre amarela
 
A febre amarela é causada por um vírus da família Flaviviridae, é uma doença infecciosa aguda, causada por um flavivirus, da família dos arbovírus, assim chamados por terem sua origem natural nas florestas tropicais. É uma doença hemorrágica, porque uma das proteínas contidas no envelope (casca externa) do vírus, inibe a coagulação do sangue. No início da doença, por volta de cinco dias após a picada do mosquito, a pessoa apresenta, cerca de três dias, dor de cabeça, dores pelo corpo, enjôos, vômitos e desânimo, o que pode ser confundido com outras viroses, como um resfriado forte.
 
Após esse período, os sintomas aliviam, o que dá a sensação de que a pessoa está melhorando. Após mais um ou dois dias começam a aparecer os sintomas mais graves como icterícia (cor amarelada na pele e nos olhos), vômitos, urina e fezes com sangue, além de sangramentos no nariz e na boca, febre alta e forte sensação de mal-estar. Algumas pessoas apresentam apenas os sinais de um resfriado forte, dificultando o diagnóstico.
 
 
Dengue
 
No Brasil o maior problema causado pelos mosquitos é a dengue, que com freqüência se transforma em epidemia em determinadas regiões. O mosquito responsável pela transmissão da dengue é o Aedes aegypti, um mosquito pequeno, escuro, com o corpo apresentando manchas brancas. O Aedes Aegypti desenvolve-se em água limpa e parada.
 
 
Prevenção
  • Evitar água parada.
  • Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água. Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d'água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris.
  • Furar pneus e guardá-los em locais protegidos das chuvas.
  • Guardar latas e garrafas emborcadas para não reter água.
  • Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.
  • Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.
  • Não acumular latas, pneus e garrafas.
  • Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.
  • Manter fossas sépticas em perfeito estado de conservação e funcionamento.
  • Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagos ou água que não possa ser drenada.
  • Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo-os desobstruídos.
  • Manter permanentemente secos subsolos e garagens.
  • Não cultivar plantas aquáticas.
 
Mosca doméstica, nome comum de uma mosca peluda que vive nas imediações das casas dos seres humanos. Eventualmente carrega em suas patas, microorganismos que causam doenças como a febre tifóide, o cólera e a disenteria e pode contaminar os alimentos.
 
Por serem animais de hábitos "imundos" as moscas circulam por lugares como: esgotos, lixos domiciliares e hospitalares, fezes de animais entre outros, aderindo ao seu corpo e trato digestivo bactérias, vírus e outros microrganismos responsáveis por uma série de enfermidades. Assim como esses microrganismos ficam aderidos em seu corpo, também são deixados em todos os locais por onde passam, como utensílios de modo geral, facilitando assim a contaminação do homem. A transmissão é feita através das mãos ou objetos contaminados.
 
Os pombos são originários do continente Europeu, e foram introduzidos na América do Sul por volta do século XVII. Desde então se fazem presentes em grande número no ambiente urbano, graças à sua grande facilidade de adaptação e reprodução. Apesar de simbolizarem a Paz, as pombas são consideradas pragas urbanas, justamente pelo fato de serem hospedeiros de diversos organismos que causam sérios danos à nossa saúde (ver abaixo). Além disso, as pombas causam danos materiais decorrentes da deposição de suas fezes nos mais diversos tipos de construções, em materiais industrializados, em depósitos de maquinarias.
São transmitidas através da inalação de poeira contendo fezes de pombos contaminadas pelos agentes etiológicos: Histoplasmose; Ornitose; Salmonelose; Dermatites
Micose profunda, cujo agente etiológico, Histoplasma capsulatum, tem afinidade pelo sistema respiratório. Os sintomas que podem ocorrer variam desde uma infecção assintomática até febre, dor torácica, tosse, mal estar geral, debilidade, anemia, etc.
 
Oferta abundante de abrigo.
A arquitetura urbana de edifícios, monumentos e obras de engenharia apresenta grande quantidade de frestas, beirais e saliências que simulam perfeitamente o habitat natural destas aves em desfiladeiros e penhascos.
 
Ausência de predadores.
A ausência ou o pequeno número de aves de rapina (os principais predadores dos pombos) em área urbana impede o controle natural destas populações possibilitando, ainda, uma maior sobrevivência de animais fracos e doentes que se tornam reservatórios e disseminadores de doenças.
 
Grande quantidade de fontes de alimentação disponíveis.
A grande disponibilidade de alimento, seja devido ao lixo e restos de alimento acumulados, seja pela alimentação fornecida pelo homem (através de grãos, farelos, entre outros) contribui para a alta reprodução e também para a manutenção de animais mais fracos e doentes que serial eliminados naturalmente, caso as fontes de alimentação fossem menores como no ambiente selvagem. Em quatro estudos já realizados em todo o mundo está comprovado que a disponibilidade de alimentação é fundamental para a dispersão da população.
 
A maioria das pessoas que possuem animais de estimação não tem noção de como exterminar as pulgas. Normalmente encharcam o animal doméstico (cães e gatos) com produtos antiparasitários e nunca chegam a resolver o problema. Encaram essa batalha como perdida e partem do princípio de que o fato de o animal doméstico (cães e gatos) continuar com pulgas é uma fatalidade. Não tem solução.
 
Mas de fato não é uma fatalidade. O que se passa é muito simplesmente isto: quando o animal doméstico (cães e gatos) aparece com pulgas isso é um sinal evidente de que a nossa casa está completamente infestada delas. O número de pulgas que o animal doméstico (cães e gatos) tem corresponde à cerca de 10% da população de pulgas existente no ambiente familiar nas suas diversas formas evolutivas, sem que se dê conta disso. Aliás, um dos motivos por que as pessoas não sentem em si próprias essa infestação deve-se à circunstância da pulga que parasita o animal doméstico (cães e gatos) ser de uma espécie diferente da que prefere o humano como hospedeiro. A pulga do animal doméstico (cães e gatos) normalmente só se alimenta do sangue das pessoas na ausência prolongada daqueles animais.
 
Tipos de pulgas
 
Existe um elevado número de espécies de pulgas, cerca de 2.000 em todo o mundo. As que nos interessam particularmente aqui para a nossa análise são três:
 
– Pulex irritans, a pulga doméstica que parasita preferencialmente o homem. Xenopsylla cheopis, a pulga que parasita o rato dos esgotos (ratazana) e é capaz de transmitir ao homem a terrível doença conhecida por Peste Bubônica. Ctenocephalides canis e Ctenocephalides felix, classificadas assim por parasitarem preferencialmente, respectivamente, cães e gatos. 
 
Três aspectos importantes a considerar em relação a estas espécies:
 
São insetos hematófagos, isto é, nutre-se do sangue do hospedeiro que parasitam. Embora cada uma delas procure o seu hospedeiro preferido, à falta deste, pode parasitar qualquer um dos outros. 
O observador pouco informado não distingue estas três espécies e as pessoas, de uma forma geral, desconhecem mesmo que existe esta variedade de pulgas. 
 
Infestação
 
A pulga doméstica (Pulex irritans) encontra-se apenas em meios muito degradados onde não existem condições mínimas de higiene básica.
 
A pulga que parasita os cães e gatos é a mais vulgar, dada à convivência muito íntima do homem com estes animais de estimação.
 
O animal doméstico (cães e gatos) infesta-se de pulgas facilmente pela simples circunstância de o levarmos à rua para passear ou para ele fazer as suas necessidades. Como as pulgas são capazes de pular até 30 cm, não havendo, portanto necessidade de contato íntimo, o animal doméstico (cães e gatos) pode adquiri-las passeando na rua ou no jardim onde habitualmente andem outros animais. Assim, independentemente da classe social e das condições de higiene, as pulgas que parasitam cães e gatos entram muito facilmente em nossas casas, trazidas pelos nossos amigos.
 
No controle de roedores a MM Dedetizadora passa, necessariamente, pelo Manejo Integrado de Pragas (MIP), onde a inspeção e a identificação das espécies é fundamental para a decisão da estratégia de controle a ser adotada. Com este propósito, a MM Dedetizadora trabalha com formulações em blocos, pellets e pó de contato para as mais diversas situações de controle.
 
Biologia e Hábitos – Caracterizam-se por serem pragas de áreas urbanas e agrícolas.
 
Camundongo
 
Diferentemente das outras espécies, o M. musculus é extremamente neófilo, possuindo em sua característica morfológica o alinhamento da cabeça com a espinha dorsal, podendo penetrar em pequenos orifícios. Destaca-se, também, pelo tamanho proeminente de suas orelhas contrastando com o tamanho de seu pequeno corpo:
 
– Comprimento : 8 a 9 cm
– Peso : 10 a 21 g
– Cauda: fina e longa sem pelos 
– Orelhas : orelhas grandes e salientes
– Comportamento: habita no solo e também na parte superior, vive dentro de domicílios e constrói ninhos em móveis e gabinetes de pias e etc.
 
Rato Preto ou rato de telhado
 
O R. rattus difere não só em tamanho, como também em seus hábitos, tais como, construção de ninhos em topos de edificações e até mesmo em árvores. Tem grande habilidade em escalar e se deslocar em vigas e outras estruturas das edificações, graças ao apoio de seu longo rabo. Também é extremamente neofóbico:
 
– Comprimento: 16 a 21cm
– Peso: 80 a 300g
– Cauda: fina e longa sem pelos.
– Orelhas: grandes e salientes.
– Comportamento: habita no alto, forros de telhados e copa de árvores; vive dentro e fora do domicilio.
 
Ratazana
 
O R. norvegicus ou ratazana vive em tocas no solo, próximo a cursos d'água ou valas, se deslocando através de trilhas até os pontos de alimentação. É uma espécie neofóbica e excelente nadadora:
 
– Comprimento: 18 a 25cm
– Peso: 280 a 460g
– Cauda: grossa e peluda.
– Orelhas: pequenas, arredondadas e peludas.
– Comportamento: habita no solo, faz suas tocas no chão próximo às casas.
 
São os insetos da ordem Thysanura, que é desprovida de asas e se alimenta de detritos (detritívoros). Comumente encontrados vivendo nos domicílios entre papéis e roupas, dos quais se alimentam, sendo por isso considerados como pragas caseiras. No ambiente silvestre vivem no meio do folhiço se alimentando de folhas caídas e insetos mortos.
As traças representam a grande maioria das espécies de lepidópteros e correspondem a 121 famílias desta ordem (num total de 127).
O grupo das traças recebe a designação informal de Heterocera e distingue-se das borboletas pelos seguintes critérios: as antenas das traças são bastante variadas conforme a espécie, e apresentam normalmente forma de plumas; hábitos de vida noturnos ou crepusculares; metamorfose da pupa num casulo mole; coloração monótona adaptada ao modo de vida noturno; posição de repouso com as asas abertas e corpo arredondado e robusto.
Algumas espécies de traça são importantes economicamente, quer do ponto de vista positivo ou negativo. Por outro lado, há espécies que são consideradas como pragas agrícolas e florestais. As taturanas são lagartas venenosas que provocam inúmeros acidentes no Brasil e que correspondem ao estado larval do género de traça Lonomia. Na escala familiar, as traças são conhecidas pelos estragos que causam ao alimentarem-se de roupa feita de lã e algodão.
 
Higienização de caixas d'agua.
A higienização correta das caixas d'água dos condomínios garante a qualidade da água consumida pelos moradores, e consequentemente, a preservação de sua saúde. Infelizmente, esse procedimento que deveria ser realizado de seis em seis meses não é uma constante em todos os edifícios.
No estado do Rio de Janeiro, por exemplo, a higienização das caixas d'água é regida pela lei n.º 1893, de 20/11/1991, que estabeleceu que reservatórios de água destinados ao consumo humano precisam ser submetidos à limpeza e higienização semestral, e também à realização de uma análise bacteriológica da água, logo depois da limpeza. As caixas d'água devem ser fiscalizadas pelo INEA (Instituto Estadual do Ambiente) em vistorias de rotina, durante campanhas de saúde, ou simplesmente em função de alguma denúncia que tenha sido recebida.
 
Higienização de reservatórios
Todos necessitamos de cuidados com a nossa saúde. Sendo assim, exigir uma boa qualidade da água que ingerimos ou utilizamos em nosso dia-a-dia é fundamental. Para que todos possamos desfrutar desta pureza, a MM Dedetizadora dispõe de técnicas modernas e pessoal altamente capacitado para realizar os serviços de higienização e desinfecção bacteriológica de caixas d'água juntamente com análise da bacteriológica da água que você bebe, fornecendo certificado de execução do serviço que somente as empresas registradas na de podem oferecer.
Nossos colaboradores recebem treinamentos para NR33 (espaço confinado) e NR35 (trabalho em altura).